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6 dicas de finanças pessoais para os tempos de crise

Com o surgimento do novo coronavírus, o mundo inteiro precisou parar e rever atividades. Em terras brasileiras não foi diferente: muitas empresas tiveram que cortar os seus gastos para conseguir driblar esse período turbulento. Consequentemente, boa parte dos trabalhadores se depararam com uma redução em seu orçamento mensal, seja por conta da baixa demanda de atividades ou devido ao próprio desemprego.

A situação é complicada. Mas ao investir em alguns truques de finanças pessoais, é possível reverter o quadro e ter mais tranquilidade. Independentemente do momento da sua vida, esse hábito é fundamental para evitar contrair novas dívidas, gastar mais do que o necessário e acabar caindo nas temidas “bolas de neve” — quando não conseguimos quitar um pagamento e os juros se tornam cada vez maiores.

O interessante é que essa metodologia é simples e pode ser praticada por qualquer indivíduo. Basta ter foco, cuidado e motivação para seguir em frente. Aliás, nosso time já coloca algumas delas em ação. E você, o que acha de experimentá-las? Abaixo, contamos truques infalíveis de finanças pessoais que farão milagres em seu bolso. Confira!

1. Entenda a sua situação financeira

Para começar a organizar as finanças pessoais, é interessante saber, de fato, como anda a sua vida financeira. Por isso, o ideal é analisar detalhadamente quanto você ganha e quanto gasta por mês.

O melhor caminho é nunca ter mais despesas do que o seu salário — caso contrário, as chances de contrair dívidas são bem grandes.

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Procure colocar tudo “na ponta do lápis”. Caso queira mais praticidade nessa etapa, existem aplicativos gratuitos que são muito úteis para entender melhor o seu fluxo financeiro.

GuiaBolso é um deles. Ao baixá-lo, o app conseguirá atualizar, automaticamente, todas as suas movimentações bancárias, fornecendo relatórios periódicos e avisos sobre os cuidados que precisam ser tomados para não se endividar.

Finanças pessoais

2. Implemente mudanças em sua rotina

Infelizmente, nenhuma economia financeira acontecerá sem que você faça algumas mudanças na rotina. Muitas vezes, realizamos gastos baixos e inofensivos que, quando se tornam frequentes, podem comprometer uma parcela considerável da nossa renda.

Sabe aquele delivery que você tem o costume de pedir mesmo quando a sua geladeira está cheia de comida? Ou então, a assinatura daquele serviço que raramente é utilizado?

Considere rever esses hábitos e cortar o que não é tão importante assim. Lembre-se: em tempos difíceis, precisamos abrir mão de alguns luxos para conquistar uma folga na carteira.

3. Conscientize os familiares sobre finanças pessoais

De nada adianta rever o seu estilo de vida se o restante da sua família continua a seguir os antigos hábitos. Nessa etapa, é válido reunir os seus familiares e ter uma conversa franca. Mostre que a renda familiar é X e que, para evitar dívidas, não será possível ultrapassar esse valor e gastar Y. Tal tarefa precisará ser realizada em grupo.

Contudo, isso não significa que vocês precisarão ter desentendimentos daqui para frente. Para não cair nessa armadilha, procure estipular metas a serem atingidas, realizando pequenas economias ao longo do mês. No mercado, por exemplo, considere adquirir produtos mais “em conta”. O mesmo vale para vestuário e demais gastos constantes.

Quando a meta for alcançada, sugira algum “prêmio” para os seus familiares. Pode ser uma viagem após o isolamento social, uma confraternização etc.

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4. Pense em novas fontes de renda

Outra sugestão infalível para manter as finanças pessoais em dia é encontrar uma nova fonte de renda.

Isso mesmo! Em vez de se contentar com o seu salário fixo, que tal pesquisar outros trabalhos para realizar no pós-expediente? Atualmente, não é raro encontrar pessoas que atuam como freelancers, exercendo atividades dentro ou fora de suas áreas de atuação.

A dica é identificar alguma função que você saiba exercer muito bem e, em seguida, sair em busca de oportunidades para lucrar com ela. Se tiver outro imóvel que não esteja em uso, também é interessante locá-lo. Com isso, será possível ter uma fonte de renda a médio e longo prazo.

5. Quite as suas dívidas

Sim, é isso mesmo que você leu. Uma das grandes recomendações dadas por especialistas em finanças pessoais é quitar as dívidas. Isso porque o Brasil é um dos países que cobram as maiores taxas de juros — especialmente em parcelamentos de cartões de crédito e carnês de compras.

Em algumas situações, o percentual de juros por ano pode atingir os 500%. Ou seja, em momentos de crise econômica, você verá o seu dinheiro indo todo para o ralo, enquanto poderia usá-lo para fazer investimentos reais, com chances de render excelentes resultados para o seu bolso.

Sendo assim, acabar com essas despesas deve ser a sua prioridade. Não possui a quantia integral para quitar a dívida? Tente conversar com a empresa em questão. Em geral, elas tendem a conceder descontos para o pagamento à vista ou parcelar o montante em mensalidades “suaves”.

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6. Crie uma reserva de emergência

Toda crise é caracterizada por um futuro incerto. Em outras palavras, não há como garantir que, nos próximos meses, o seu salário será o mesmo ou todos os membros da sua família estarão empregados. Logo, é fundamental contar com uma reserva de emergência.

Assim que conseguir quitar as suas dívidas, não pense duas vezes e crie uma conta para aplicar uma quantia todos os meses. Quando o orçamento “apertar” ou for de extrema necessidade, você terá um montante disponível para impedir que a sua vida financeira se complique.

Mas tome alguns cuidados. Para não ter dor de cabeça, escolha uma opção de investimento que permita o resgate a qualquer momento. Veja também se os rendimentos são atrativos e, se possível, crie um fundo com uma quantia suficiente para manter as suas atividades por um ano.

Com essa leitura, ficou claro que cuidar das finanças pessoais em tempos difíceis pode ser mais simples do que parece, certo? Portanto, procure seguir essas recomendações à risca e, assim, será possível ter mais tranquilidade nos próximos meses.

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